Homem é preso ao levar ‘namorada’ de 12 anos para dar à luz em hospital

O estupro é um dos crimes mais odiados ao redor do mundo. Aqui no Brasil, por exemplo, esse ato não é aceito nem pelos piores criminosos e o indivíduo que comete esse tipo de crime, caso seja preso, é preciso colocá-lo em celas separadas dos demais devido ao grande risco de morte no sistema prisional.

De cordo com as leias brasileiras, forçar uma pessoa a praticar atos sexuais mediante ameaça ou violência é crime e está previsto no artigo 213 do Código Penal. A pena varia de 6 a 10 anos, tempo de detenção considerado muito pouco levando em consideração a monstruosidade desse ato.

No entanto, neste artigo vamos falar sobre um caso de estupro de primeiro grau que aconteceu em Oklahoma, Estados Unidos, na penúltima quarta-feira (14). Na ocasião, Juan Miranda-Jara, 24 anos, recebeu voz de prisão ao ir junto com sua namorada de apenas 12 anos ao hospital de Tulsa para dar à luz ao filho do casal.

Apesar da pouca idade e dos grandes ricos envolvido nesta gravides, a criança deu à luz a um bebê saudável.

Segundo as autoridades envolvidas no caso, o casal teria até tirado algumas fotos no chá de bebê, dando a entender que suas famílias tinham total conhecimento da situação. O casal teria adentrado ao hospital como qualquer outro prestes a ter seu primeiro filho, disse Danny Bean, policial de Tulsa. Apesar do casal achara isso normal, os médicos contataram a polícia imediatamente ao notarem a idade da mãe.

Curiosamente, com a chegada dos policiais, Miranda teria dito com orgulho ser o pai do recém-nascido e que não compreendia porque a polícia havia sido acionada.

Em entrevista, os policias disseram acreditar que o homem esperava retornar para a casa com a menina sem mais problemas, como se esse fato fosse perfeitamente normal e legal. Vale ressaltar que a idade de consentimento em Oklahoma é 16 anos. O policial ressalta que isso certamente causou uma grande surpresa nos envolvidos

Ainda segundo ele, suspeita-se que a mãe não realizou os exames médicos que costumam ser feitos durante a gravidez, levando a acreditar que nenhum profissional de saúde tinha conhecimento do bebê.

O detido aguarda seu julgamento que acontecerá na quinta-feira, 26 de agosto e sua fiança é de US$ 50 mil (cerca de R$ 260 mil).

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