‘No rap existe um ego muito grande de saber quem é melhor do que quem’, diz Hungria Hip Hop

O nome “cheiro de mato”, tinha tudo para ser um nome de um single ou até mesmo de um álbum sertanejo, entretanto, foi o nome escolhido para o novo projeto do Hungria.

Estando seguindo o isolamento social em sua residência na cidade de São Sebastião, perto de Brasília, o artista já fez muitas parcerias com sertanejos e resolveu criar “ no meio do mato”.
Fora isso, ele colocou violino e também gaitas nas gravações de formato acústico.

O artista conta que no acústico existe a possibilidade de mostrar quem canta rap é um músico igual aos de outros gêneros musicais.

“que quem canta rap é um músico, assim como todos os outros”.

Cheiro de mato, foi lançado na última sexta-feira e tem cinco faixas, sendo que 4 músicas são inéditas e tem a parceria com o Luan Pardal.
Ele contou que tem músicas que ele fez para a namorada dele e outras que ele fez para o mundo e outras para a família. Ele também falou que as mulheres têm a capacidade de se superar a cada dia mais.

Durante o bate-papo, o artista contou sobre a marca de 10 milhões que teve em seu canal no Youtube e falou sobre o preconceito que os cantores de rap acustico sofre.
Ele falou que no mundo do rap existe um ego grande e que os artistas acham que são superiores aos outros: